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quarta-feira, 24 de novembro de 2021

2021 - Bonzanini (Ed.) - Vamos investigar? Atividades didáticas para a área de Ciências da Natureza e suas Tecnologias



"Esse material contempla sugestões de atividades didáticas para o Ensino Médio, com ênfase no componente curricular Biologia, e foi organizado durante o desenvolvimento de um projeto de extensão universitária denominado: “Material Didático: divulgando práticas e recursos pedagógicos para o ensino de Ciências da Natureza e suas Tecnologias” realizado com o objetivo de difundir conhecimentos produzidos em pesquisas acadêmicas, validados em projetos de ensino e de extensão universitária, envolvendo estudantes dos cursos de Licenciatura em Ciências Biológicas e Licenciatura em Ciências Agrárias da ESALQ/USP, professores e estudantes da Educação Básica.

Contando com o apoio de dois importantes programas: o PUB (Programa Unificado de Bolsas da USP) e o PIBID (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES), foi possível realizar uma parceria, no período de 2018 a 2020, entre a Universidade e a Escola Estadual Prof. Antonio de Mello Cotrim, localizada no bairro Paulicéia, na cidade de Piracicaba, S/P. Assim, pesquisadores e estudantes dos Cursos de Licenciatura puderam conhecer e analisar o potencial pedagógico de atividades didáticas já existentes, produzir atividades inéditas e planejar propostas para o desenvolvimento de projetos educacionais e de atividades presentes no currículo do Ensino Médio contemplando temas demandados pela Escola parceira. Um dos resultados de todo esse trabalho encontra-se nesse material, destinado para professores, e organizado no formato de descrições de atividades e sequências didáticas que foram testadas e validadas em um contexto real de ensino, e reescritas após adaptações, indicações de atividades online, sugestões de materiais inclusivos e de procedimentos mais condizentes com a realidade escolar.

Dentre as diversas possibilidades de trabalho, optou-se por favorecer as atividades investigativas, consideradas como aquelas que permitem problematizações, discussões, pesquisas, levantamento de hipóteses, análises de possíveis resultados, evitando a simples exposição do conteúdo. Então, nas descrições são indicadas perguntas que podem desencadear processos investigativos. O planejamento de atividades desse tipo requer que professores investiguem sua própria prática, organizem formas de conduzir questionamentos em sala de aula, saibam favorecer o levantamento de hipótese, a proposição e busca de diferentes resultados, a análise de possíveis respostas, mediando as interações e construções de conhecimentos. Além disso, é preciso planejar formas de favorecer reflexões sobre os resultados da atividade, a interpretação dos fenômenos observados, a conciliação de diferentes pontos de vista e a proposição de novas perguntas para que estudantes ampliem os conhecimentos.

O convite do título: “Vamos investigar?” é feito primeiramente para professores que, a partir da proposta apresentada, deverão planejar a atividade alinhada ao contexto da turma que trabalham, de modo a convidar estudantes a investigarem o conteúdo a ser abordado. Para tanto, foram descritas quatro metodologias de ensino: atividades práticas, debates, aulas de campo e jogos. Alguns temas foram trabalhados em uma sequência didática e, buscando a diversificação, contemplaram mais de um tipo de metodologia em um mesmo capítulo, com uma descrição sequencial, independentemente do tipo de atividade discutida na abertura do mesmo. A maioria das atividades são classificadas como atividades práticas pois, atendendo demandas da Escola parceira, foram desenvolvidas na disciplina Práticas em Ciências, cujo foco eram aulas práticas para estudantes do Ensino Médio.

A elaboração, planejamento e execução de cada uma das propostas apresentadas considerou a fundamental relação teoria e prática, a importância da análise e reflexão sobre processos e fins didáticos, e a necessidade de os resultados das pesquisas na área de Ensino de Ciências constituírem efetivamente uma evidência sobre a qual professores da Educação Básica possam organizar suas práticas educacionais. No entanto, objetivou-se apresentar nesse material exemplos práticos e possibilidades de aplicação de saberes em contextos reais de ensino, por isso, são apresentadas descrição das atividades, não como roteiros que devem ser seguidos, mas sim como um material de apoio com sugestões que devem ser analisadas e adaptadas aos contextos educativos diversos e plurais, com a necessidade de professores também investigarem formas para realizarem as propostas de acordo com as características das unidades de ensino onde trabalham e, assim, ampliar as possibilidades didáticas para o Ensino de Ciências. Dessa forma, os resultados das pesquisas acadêmicas e o embasamento teórico para a realização e adaptação das atividades estão no formato de indicação de literaturas como artigos de pesquisas e livros, a grande maioria de livre acesso na Internet assim, professores poderão ler, consultar, buscar entender os aspectos teóricos que consolidam o fazer didático, acessar definições e analisar o papel das propostas no processo de ensino, bem como organizar questões que valorizem a compreensão e a relação entre causa e efeito.

Apresenta-se, portanto, um material didático para apoio ao trabalho docente, que contém propostas alinhadas ao cotidiano escolar, organizadas e descritas com linguagem simples e acessível, passível de execução tanto por professores experientes como em início de carreira, em uma sala de aula ou explorando outros espaços. Nesse momento, convidamos você a conhecer as atividades realizadas e refletir como a investigação pode estar efetivamente presente nas salas de aula: Vamos investigar?" (Prof.ª Dra Taitiâny Kárita Bonzanini)


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segunda-feira, 30 de agosto de 2021

2007 - MEC - Vamos cuidar do Brasil: conceitos e práticas em educação ambiental na escola

 


“A ÚNICA LIÇÃO QUE É POSSÍVEL TRANSMITIR COM BELEZA E RECEBER COM PROVEITO; A ÚNICA ETERNA, DIGNA, VALIOSA: O RESPEITO PELA VIDA” (02/09/1930). Esta frase visionária da professora, jornalista e poeta Cecília Meireles escrita em sua Página de Educação no Diário de Notícias do Rio de Janeiro, resume a proposta deste livro.

Agora, em pleno século XXI, já percebemos, no cotidiano, a urgente necessidade de transformações que resgatem o RESPEITO PELA VIDA, com justiça ambiental, eqüidade, diversidade, sustentabilidade e... beleza. Este é o desafio da Educação Ambiental na Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação, ao ressignificar o cuidado com a diversidade da vida como valor ético e político, fugindo da equação simplista ambiente = natureza.

A humanidade sempre conviveu com o Planeta para crescer, se desenvolver e construir uma história nas suas relações com a natureza e com os outros seres vivos. Se considerarmos apenas o lado positivo dessa convivência, a proposta seria responder às necessidades básicas de todos os cidadãos em termos de água, alimentos, abrigo, saúde e energia. No entanto, principalmente no século passado, começamos a perceber inúmeras contradições causadas pelo esgotamento sem precedentes dos recursos naturais por modos de vida destruidores e, como diria Leonardo Boff, por nossa falta de cuidado para com a vida.

Este livro culmina um processo participativo, iniciado em 2003, com milhares de escolas e comunidades, e conta com a experiência advinda de duas edições da Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente, da criação da Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida na Escola (COM-VIDA), da implantação de projetos de Agendas 21, entre tantas. É também resultado de um trabalho que debate, dentro da escola, o local e o global, compartilhando conhecimentos e saberes com a comunidade, trazendo lições que podem ser extraídas no dia-a-dia da escola.

Com Vamos Cuidar do Brasil – Conceitos e Práticas em Educação Ambiental na Escola, o MEC se propõe a dialogar com professores e professoras sobre como a educação pode contribuir para a construção de sociedades sustentáveis.


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terça-feira, 24 de agosto de 2021

2021 - Vieira & Araújo (Eds.) - Ensino de Biologia - Uma Perspectiva Evolutiva - Volume II: Biodiversidade e Evolução

 


"A  evolução biológica é um eixo central da biologia. Esta ideia é compartilhada por muitos biólogos e professores de biologia. No entanto, está longe de ser óbvio porquê o ensino de biologia deveria ser organizado em uma perspectiva evolutiva. Afinal, por que a evolução deve ser central para o ensino de biologia ao invés de ser, por exemplo, a citologia? Por que não a genética ou a biologia molecular? 

Há ao menos duas boas razões para que a evolução seja central no ensino de biologia. As ideias evolutivas têm um papel central, organizador do pensamento biológico, uma vez que oferecem uma perspectiva sobre os seres vivos que vai além da simples descrição das características dos organismos. A biologia sem evolução perde a sua dimensão histórica. É o entendimento das causas históricas da vida que  confere  à  evolução  um  importante  papel  para  o  conhecimento biológico, estendendo-se a todas as disciplinas, como zoologia, botânica, ecologia, genética, etc. Outra razão para essa centralidade é que a teoria evolutiva promoveu a unificação da biologia - principalmente através do movimento chamado de síntese moderna da evolução. 

Apesar desta reconhecida importância da evolução para a biologia como  um  todo,  quando  olhamos  para  a  prática  de  ensino  de  biologia encontramos uma realidade muito distinta. Pesquisas com livros didáticos e nos currículos efetivamente adotados na educação básica e superior verificaram que a utilização da evolução como um eixo integrador ainda é incipiente. A evolução, muitas vezes, é tratada como apenas mais um conteúdo que está usualmente colocado nos últimos capítulos dos livros didáticos destinados aos terceiros anos do ensino médio. 

Pesquisas com professores também apontam que a evolução biológica é tratada como um tema da lista de conteúdos e não como um eixo integrador que permeia a biologia. Essa mesma tendência é encontrada no ensino superior, onde, mesmo no curso de ciências biológicas, a evolução não é abordada como um eixo central. A centralidade da evolução no ensino de biologia parece mais um ideal a ser alcançado, com ainda poucas propostas concretas que efetivem a integração do pensamento evolutivo no contexto pedagógico. 

Isso nos leva à motivação central para a construção deste livro: a necessidade de desenvolver abordagens de ensino de biologia em que a evolução seja um eixo central. Para atingir esse objetivo, esta obra conta com especialistas das mais diversas áreas da biologia, que foram desafiados a apresentar uma visão evolutiva da sua disciplina/conteúdo. Os autores também procuraram abordar de que forma o seu campo contribui para a teoria evolutiva e para o pensamento evolutivo de maneira mais geral. 

...

O presente livro é voltado exclusivamente ao ensino de evolução, ampliando  as  discussões  evolutivas  para  as  diferentes  disciplinas  e conteúdos da biologia. A obra como um todo possui dois volumes. O primeiro deles tem como enfoque discussões interdisciplinares na evolução. Disciplinas como bioquímica, citologia, imunologia, biologia do desenvolvimento, ecologia e fisiologia humana estão de alguma forma contempladas neste volume. Além disso, discussões mais amplas sobre evolução humana e aspectos históricos do pensamento evolutivo perpassam alguns capítulos.

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Espera-se que professores formados e em formação utilizem este livro como uma fonte de inspiração para inserir uma perspectiva evolutiva nos diferentes conteúdos e disciplinas tradicionalmente trabalhados no Ensino Médio e Fundamental no Brasil. Obviamente, muito poderia ser discutido sobre evolução nas diferentes áreas da biologia. Os exemplos e enfoques adotados por cada capítulo não esgotam estes inúmeros debates, mas apresentam temáticas evolutivas em cada campo da biologia que podem inspirar o professor em sua prática diária." (Leonardo Augusto Luvison Araújo & Gilberto Cavalheiro Vieira)


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quarta-feira, 18 de agosto de 2021

2021 - Vieira & Araújo (Eds.) - Ensino de Biologia - Uma Perspectiva Evolutiva Volume I: Interdisciplinaridade & Evolução

 


"A  evolução biológica é um eixo central da biologia. Esta ideia é compartilhada por muitos biólogos e professores de biologia. No entanto, está longe de ser óbvio porquê o ensino de biologia deveria ser organizado em uma perspectiva evolutiva. Afinal, por que a evolução deve ser central para o ensino de biologia ao invés de ser, por exemplo, a citologia? Por que não a genética ou a biologia molecular? 

Há ao menos duas boas razões para que a evolução seja central no ensino de biologia. As ideias evolutivas têm um papel central, organizador do pensamento biológico, uma vez que oferecem uma perspectiva sobre os seres vivos que vai além da simples descrição das características dos organismos. A biologia sem evolução perde a sua dimensão histórica. É o entendimento das causas históricas da vida que  confere  à  evolução  um  importante  papel  para  o  conhecimento biológico, estendendo-se a todas as disciplinas, como zoologia, botânica, ecologia, genética, etc. Outra razão para essa centralidade é que a teoria evolutiva promoveu a unificação da biologia - principalmente através do movimento chamado de síntese moderna da evolução. 

Apesar desta reconhecida importância da evolução para a biologia como  um  todo,  quando  olhamos  para  a  prática  de  ensino  de  biologia encontramos uma realidade muito distinta. Pesquisas com livros didáticos e nos currículos efetivamente adotados na educação básica e superior verificaram que a utilização da evolução como um eixo integrador ainda é incipiente. A evolução, muitas vezes, é tratada como apenas mais um conteúdo que está usualmente colocado nos últimos capítulos dos livros didáticos destinados aos terceiros anos do ensino médio. 

Pesquisas com professores também apontam que a evolução biológica é tratada como um tema da lista de conteúdos e não como um eixo integrador que permeia a biologia. Essa mesma tendência é encontrada no ensino superior, onde, mesmo no curso de ciências biológicas, a evolução não é abordada como um eixo central. A centralidade da evolução no ensino de biologia parece mais um ideal a ser alcançado, com ainda poucas propostas concretas que efetivem a integração do pensamento evolutivo no contexto pedagógico. 

Isso nos leva à motivação central para a construção deste livro: a necessidade de desenvolver abordagens de ensino de biologia em que a evolução seja um eixo central. Para atingir esse objetivo, esta obra conta com especialistas das mais diversas áreas da biologia, que foram desafiados a apresentar uma visão evolutiva da sua disciplina/conteúdo. Os autores também procuraram abordar de que forma o seu campo contribui para a teoria evolutiva e para o pensamento evolutivo de maneira mais geral. 

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O presente livro é voltado exclusivamente ao ensino de evolução, ampliando  as  discussões  evolutivas  para  as  diferentes  disciplinas  e conteúdos da biologia. A obra como um todo possui dois volumes. O primeiro deles tem como enfoque discussões interdisciplinares na evolução. Disciplinas como bioquímica, citologia, imunologia, biologia do desenvolvimento, ecologia e fisiologia humana estão de alguma forma contempladas neste volume. Além disso, discussões mais amplas sobre evolução humana e aspectos históricos do pensamento evolutivo perpassam alguns capítulos.

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Espera-se que professores formados e em formação utilizem este livro como uma fonte de inspiração para inserir uma perspectiva evolutiva nos diferentes conteúdos e disciplinas tradicionalmente trabalhados no Ensino Médio e Fundamental no Brasil. Obviamente, muito poderia ser discutido sobre evolução nas diferentes áreas da biologia. Os exemplos e enfoques adotados por cada capítulo não esgotam estes inúmeros debates, mas apresentam temáticas evolutivas em cada campo da biologia que podem inspirar o professor em sua prática diária." (Leonardo Augusto Luvison Araújo & Gilberto Cavalheiro Vieira)


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sexta-feira, 16 de abril de 2021

2005 - Pescuma & Castilho - Projeto de Pesquisa - O que é? Como fazer?

 


"Este livro será útil a todos, desde aprendizes até orientadores. Fornecerá um rumo a tantos mestrados e doutorados desorientador, na hora de problematizar o seu tema ou de justificar os seus procedimentos. Ao destilar o suco de um referencial metodológico complexo, o livro torna acessível a um largo público, não apenas um conjunto de diretrizes precisas, mas também um verdadeiro tratado de epistemologia científica, transmitida por pequenas doses bem digestivas. Sua excelente didática manifesta-se pelo caráter sugestivo dos quadro comparativos e por perguntas simples de se fazer a si mesmo na elaboração do projeto de pesquisa". - Etienne A. Higuet


Uma última dica: se estiver precisando de uma força com bioestatística, mapas ou formatação de textos, entra em contato que eu posso te ajudar.



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sábado, 10 de abril de 2021

2018 - Sampaio & Borges (Orgs.) - Estratégias diversificadas para o Ensimo de Ciências

 


"O ensino de Ciências no Brasil está longe de se encontrar em um nível satisfatório. Alunos brasileiros são classificados como estudantes ineficientes em diversas avaliações nacionais, como a do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), ou internacionais, como a do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA). 

Pesquisadores do tema, como Chassot, Fazenda, Krasilchik, Marcondes, Moran, Mortimer, Rezende, Santos, Schnetzler, entre outros, têm revelado a urgente e necessária mudança que o ensino de Ciências no Brasil precisa sofrer. Os autores têm sugerido uma reorientação das estratégias educativas para a (re)construção de conhecimentos que possibilitem formar o cidadão do amanhã.

Este livro, Estratégias diversificadas para o ensino de Ciências, foi idealizado visando a sistematizar pesquisas sobre diversas estratégias que promovam propostas para melhorar o ensino e a aprendizagem de Ciências. Para isso, reúnem-se, aqui, pesquisadores e professores de distintas instituições que desenvolvem pesquisas e as apresentam neste livro, com o objetivo de fomentar inovações no processo de ensinar e aprender Ciências.

Neste mundo contemporâneo tem surgido um novo paradigma educacional que tira a centralidade do docente e coloca a aprendizagem centrada no estudante, ao utilizar metodologias que promovam uma aprendizagem ativa. Por isso, o livro dispõe de nove capítulos com diferentes propostas de estratégias para o ensino de Ciências, que podem ser perfeitamente trabalhadas também como propostas de aprendizagem interdisciplinar que propiciam a aprendizagem centrada no estudante.

Dos nove capítulos independentes dispostos neste livro, tem-se o primeiro de autoria minha com Dr. Renato Augusto DaMatta, intitulado “Utilização de estratégias para aprendizagem de Ciências: concepção de professores do Rio de Janeiro e Espírito Santo”. Nesse trabalho, fizemos um levantamento com uma amostra de professores do ensino fundamental e médio de dez cidades dos estados do ES e RJ, sobre as estratégias que são mais trabalhadas por eles em sala de aula.

O segundo capítulo é de autoria dos pesquisadores Kíssila França Lima, Dr. Wanderson Souza Rabello e Odino Ferreira Neto, sob o título “Horta escolar como ferramenta de Educação Ambiental e ensino: uma experiência em Cambuci-RJ e Aperibé-RJ”. Nesse trabalho os autores abordam sobre como a Horta Escolar pode constituir-se como profícua estratégia de aprendizagem na qual vários conceitos de Educação Ambiental podem ser vivenciados e compartilhados.

O terceiro artigo, dos autores Ronald Assis Fonseca, Patrícia Pereira Gonoring, Afrânio Aguiar de Oliveira, Geisa Corrêa Louback, Cristina Lacerda Tessarole e Tayane Sanglard Machado, é intitulado “Jardim sensorial: um instrumento no ensino de Ciências”. Os autores apresentam o Jardim sensorial como uma estratégia promotora de aprendizagem para ensinar Ciências.

No quarto artigo, “Brincar e aprender: o desenvolvimento da conscientização ambiental por meio da utilização de um jogo educativo”, a autora Lérida de Oliveira desenvolve a temática sobre como brincar é importante para a aprendizagem e a conscientização ambiental.

Quanto ao quinto artigo, de autoria de Ronald Assis Fonseca, Kíssila França Lima, Dr. Wanderson Souza Rabello, Geisa Corrêa Louback, Kênya França Lima e Odino Ferreira Neto, intitulado “A trilha ecológica do Parque do Sagui da Serra como Instrumento de Educação Ambiental”, os pesquisadores desenvolveram a proposta da trilha ecológica como possibilidade de promoção da aprendizagem de Ciências com foco na Educação Ambiental. 

O sexto artigo, “Os benefícios da didática na prática docente”, os autores Elaine Santana de Souza, Ingrid Carlos Gomes, Silvana de Oliveira Gomes, Erenilda dos Santos Carlos e Lucas Maken da Silva Oliveira apresentam a importância da didática para a prática docente, promovendo, então, a eficiência no processo ensino-aprendizagem.

No sétimo artigo, “Paródia musicalizada de conteúdos de Ciências e Biologia: pesquisa em alunos do ensino fundamental e médio”, de minha autoria juntamente com Dr. Renato Augusto DaMatta, tem-se a paródia musicalizada de conteúdos como estratégia diversificada. A paródia musicalizada foi aplicada com alunos da educação básica e os resultados demonstraram que houve mais retenção de conceitos disciplinares de Ciências e Biologia, além de promover a empatia entre alunos e docentes envolvidos na pesquisa.

O penúltimo artigo, intitulado “Um olhar para o ensino de Ciências a partir de princípios da Sociolinguística e recursos facilitadores da aprendizagem”, é de autoria de Heliane do Nascimento Silva, Kamila Teixeira Crisóstomo e Leila Alves Vargas, que apresentam distintos recursos para facilitar a aprendizagem a partir dos princípios da Sociolinguística.

Por fim, o nono e último artigo, “Gêneros textuais na formação de leitores: a contribuição do jornalismo literário de Plínio Marcos, Jornal da Orla, 1999”, os autores Mozarth Dias de Almeida Miranda, Sandro Reis Rocha Barros, Victor Tomazinho Bartolazzi e Dr. Sérgio Arruda Moura apresentam o gênero textual como uma estratégia que possibilita a aprendizagem com um viés interdisciplinar.

Com essas breves enunciações sobre o que trata cada capítulo, faço um convite à leitura do livro Estratégias diversificadas para o ensino de Ciências, que traz uma reflexão acadêmica fruto da investigação de professores e pesquisadores do país. Desejo que este trabalho seja compartilhado em diversos setores e que fomente outras ideias, pesquisas e ações. 

Na atual situação em que se encontra o sistema de ensino brasileiro, que este livro também seja útil para que a escola desempenhe, com equidade, o seu papel na formação de cidadãos. Os conhecimentos de Ciências são relevantes, pois contribuem para o cidadão ser capaz de tomar decisões de interesse individual ou coletivo, com ética, responsabilidade e respeito quanto ao papel fundamental do homem na biosfera. E, quem sabe, o nosso Brasil ainda sairá, no quesito educacional, do “deitado eternamente em berço esplêndido” para um país que forme cidadãos sãos, que contribuam para aplicar, na sociedade, o conhecimento que é compartilhado na escola, possibilitando, assim, a solução de problemas atuais da humanidade e tornando-o cidadão do futuro, apto para, com empreendedorismo, atuar nas novas e surpreendentes necessidades que este mundo interconectado, plugado, complexo e revolucionário ainda vai exigir dos indivíduos."


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terça-feira, 30 de março de 2021

2021 - Lunardi et al. - Ferramentas digitais para o ensino de Ciências da Natureza

 


"Este e-book apresenta escritos cujas propostas contemplam aplicativos e sites que podem ser utilizados no desenvolvimento de aulas de Ciências da Natureza (Ciências, Biologia, Química e Física) no Ensino Fundamental e/ou Médio. A ideia foi alvitrada a partir do componente curricular “Tecnologias da Informação e Comunicação aplicadas à Educação” da Especialização em Ensino de Ciências da Natureza do Instituto Federal Farroupilha - Campus Santa Rosa, que propôs a pesquisa e análise de artefatos digitais que pudessem ser integrados ao ensino de Ciências.

Destacamos que as tecnologias digitais, nos últimos anos, vêm ganhando visibilidade na área da Educação e, principalmente, mostrando-se como possibilidade para dar continuidade às atividades educacionais em períodos como o que vivemos atualmente (2020-2021), de distanciamento social ocasionado por Pandemia. O ensino precisou se reinventar e tal reinvenção, provavelmente, irá ter continuidade mesmo após a volta das aulas presenciais. Para planejar e repensar este ensino remoto ou híbrido, é preciso ter conhecimento de artefatos tecnológicos digitais, suas funções, finalidades e possibilidades, para que se possa desenvolver aulas que promovam a aprendizagem dos estudantes, não apenas de Ciências da Natureza, mas de diversos componentes curriculares.

Dessa forma, para auxiliar professores que estão em meio às reinvenções educacionais e propor reflexões aos que participaram da construção deste livro eletrônico e aos que irão lê-lo, são apresentadas 34 ferramentas tecnológicas que apresentam possibilidades de integração no ensino. Para auxiliar na busca pelas ferramentas, os aplicativos e sites estão organizados em seis seções de acordo com suas finalidades. São elas: compartilhamento professor-aluno; criação de mapas conceituais, infográficos, murais e histórias em quadrinhos; construção de questionários e formulários; produção e edição de vídeos; gamificação; e ferramentas digitais específicas para o ensino de Ciências da Natureza.

Ressaltamos que a utilização de tecnologias no ensino não o torna menos tradicional, mas abre possibilidades para a sua transformação. Por isso, a ferramenta digital precisa ser inserida nos planejamentos de aula de acordo com os objetivos do professor e da disciplina, uma vez que busca cumprir uma função, seja de comunicação, sistematização, explicação ou produção, auxiliando nos processos de ensino e aprendizagem.

Neste sentido, a reinvenção da qual falamos requer pensar, planejar, refletir, repensar, replanejar em um movimento constante da investigação do fazer docente, na busca pela melhoria do ensino. Assim, convidamos a todos os professores e a todas as professoras, em contínua formação, a ler, aprender, utilizar, criticar, modificar, inovar e se reinventar a partir das ferramentas tecnológicas digitais propostas-ações que reforçam o quão desafiador é o ensino e a práxis docente." (Larissa Lunardi, Maria Cristina Rakoski & Franciele Meinerz Forigo)


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domingo, 28 de fevereiro de 2021

2021 - Pinto & Pedroso - PRÁTICAS EXPERIMENTAIS PARA O ENSINO DE CIÊNCIA: construindo alternativas adequadas à realidade educacional brasileira

 


"A experimentação é uma atividade que aprimora os poderes de observação dos estudantes, estimulando perguntas e apoiando no desenvolvimento de uma nova compreensão sobre os conceitos científicos. Com essa premissa em mente essa obra traz, em sua essência, propostas de experimentos, muitos deles de baixo custo apontando uma alternativa para o ensino de Ciências como forma de subsidiar professores e estudantes na elaboração/execução de práticas experimentais."


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