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quinta-feira, 31 de março de 2022

2009 - Freeman & Herron - Análise evolutiva - 4ª Edição

 


"Análise evolutiva destina-se aos estudantes universitários de biologia ou ciências afins. Pressupomos que os leitores tenham completado todos ou grande parte dos estudos iniciais e estejam começando a pesquisar mais detalhadamente as áreas específicas da biologia que sejam relevantes à sua vida pessoal e profissional.

Esperamos que nossos leitores sigam sua carreira em uma diversidade de campos, incluindo medicina, educação, manejo e conservação ambientais, jornalismo, biotecnologia e pesquisa acadêmica. Portanto, ao longo deste livro, tentamos mostrar a importância da evolução para toda a biologia e para os problemas do mundo real.

Nosso primeiro objetivo é incentivar os leitores a pensarem como cientistas. Apresentamos a biologia evolutiva não como uma coleção de fatos, mas como um esforço contínuo de pesquisa. Ao investigar um assunto, começamos com perguntas. De onde se origina o HIV? Por que as populações de galinhas das pradarias continuam a diminuir, apesar dos esforços bem-sucedidos para restaurar seu hábitat? Quão próxima é a relação entre os humanos e os chimpanzés? Utilizamos essas questões para motivar as discussões sobre as informações contextuais e a teoria. Esses debates nos habilitam a estruturar hipóteses alternativas, considerar como elas podem ser testadas e fazer predições. A seguir, apresentamos e analisamos os dados, consideramos suas implicações e focalizamos novas perguntas para pesquisas futuras. As habilidades analíticas e técnicas que os leitores aprendem, a partir dessa abordagem, têm aplicação ampla e permanecerão com eles durante muito tempo depois que os detalhes dos exemplos específicos desaparecerem gradualmente.

Em harmonia com nossa apresentação da biologia evolutiva como um empreendimento dinâmico de pesquisa, tentamos manter nossa abrangência a mais atualizada possível. Isso tornou a 4a edição tão estimulante – e tão assustadora – de elaborar quanto as três primeiras. Muitas áreas que abrangemos estão progredindo a uma velocidade que não sonharíamos possível há apenas alguns anos. Mais de uma vez, nossos editores tiveram de praticamente arrancar de nossas mãos os manuscritos dos capítulos, embora ainda quiséssemos fazer mais modificações nos textos." (Jon C. Herron & Scott Freeman)


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quarta-feira, 30 de março de 2022

2014 - Macedo & Machado (Eds.) - Sexual Selection: Perspectives and Models from the Neotropics



"Sexual Selection: Perspectives and Models from the Neotropics presents new sexual selection research based upon neotropical species. As neotropical regions are destroyed at an alarming rate, with an estimated 140 species of rainforest plants and animals going extinct every day, it is important to bring neotropical research to the fore now.

Sexual selection occurs when the male or female of a species is attracted by certain characteristics such as form, color or behavior. When those features lead to a greater probability of successful mating, they become more prominent in the species. Although most theoretical concepts concerning sexual selection and reproductive strategies are based upon North American and European fauna, the Neotropical region encompasses much more biodiversity, with as many as 15,000 plant and animal species in a single acre of rain forest.

This book illustrates concepts in sexual selection through themes ranging from female cryptic choice in insects, sexual conflict in fish, interaction between sexual selection and the immune system, nuptial gifts, visual and acoustic sexual signaling, parental investment, to alternative mating strategies, among others. These approaches distinguish Sexual Selection from current publications in sexual selection, mainly because of the latitudinal and taxonomic focus, so that readers will be introduced to systems mostly unknown outside the tropics, several of which bring into question some well-established patterns for temperate regions."


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segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

2010 - Jørgensen & Joss (Eds.) - The Biology of Lungfishes


 

"Since the last comprehensive monograph on lungfishes appeared in 1987, edited by Bemis, Burggren and Kemp, much new information has appeared concerning this little clade (Nelson 2006). This is the main reason for the present collection of reviews on some of the most important aspects of lungfi sh biology. We believe that the unique position between fi shes and tetrapods will make this book of interest not only to scientists but also to the general reader with an interest in evolution and biology of the vertebrates. 

It is a pleasure to thank the contributors of the chapters for devoting their time to create a treatise like this to share their knowledge with everyone. We are also indebted to the reviewers who committed time and talent to ensure the excellent quality of each contribution." (Jean Joss and Jørgen Mørup Jørgensen)


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sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

2016 - Fransozo & Negreiros-Fransoso (Eds.) - Zoologia dos Invertebrados 1ª Edição

 


"Escrita especialmente para graduandos na área das Ciências Biológicas e afins, esta obra busca descrever a diversidade dos animais invertebrados, salientando os pontos mais relevantes da biologia de cada grupo. Além de apresentar um panorama quanto à forma, à função e às adaptações que possibilitam a vida desses organismos nos ambientes em que vivem, Zoologia dos Invertebrados aponta, para a maioria dos grupos estudados, a perspectiva de relação de parentesco destes com outros organismos.

Apesar dos muitos recursos humanos nas universidades brasileiras – que contam com pesquisadores e professores especialistas nos grupos animais – e da diversidade de espécies de que o território nacional dispõe, nosso país ainda carece de bibliografias acadêmicas que tenham como principal objeto de estudo a fauna nativa. Levando­-se em consideração esse quadro, a organização desta obra visou suprir uma preocupante lacuna e oferecer ao leitor um material especialmente voltado para a análise dos organismos nativos, uma vez que a maioria dos livros aqui disponíveis são traduções de autores norte­americanos ou europeus, os quais têm como foco organismos originários desses continentes.

Zoologia dos Invertebrados não tem por objetivo substituir os excelentes livros­ textos traduzidos, mas, sim, complementar obras clássicas sobre o assunto, por meio de um conteúdo rico em exemplos típicos da fauna brasileira para cada grupo.

O trabalho de organização foi longo e árduo, devido ao grande número de autores de diversas partes do país e à necessidade de se abordarem as peculiaridades de cada grupo animal, sobretudo as classificações deles em uma época de constantes alterações no que diz respeito à biologia molecular. Por essa razão – e, também, por querermos respeitar a opinião de cada autor-­colaborador –, o leitor poderá deparar-se com classificações distintas.

Além dos temas pertinentes à área e aqui abordados, todos igualmente importantes, esta obra lança mão de um grande diferencial: a existência de capítulos pouco comuns em outros livros sobre Zoologia –a saber: 37, Sistemas de Manutenção de Organismos Aquáticos; 38, Toxinologia de Invertebrados Perigosos no Trabalho de Campo; 39, Introdução de Espécies Exóticas e suas Implicações; e 40, Ciência e História |Reminiscências da Pesquisa e do Ensino dos Invertebrados no Brasil –, os quais alertam os estudantes sobre tais aspectos e estimulam a investigação zoológica nessas áreas.

A editora não poupou esforços para adaptar em uma mesma publicação todos os manuscritos, com diferentes estilos, nem para contatar vários autores ao longo de mais de três anos de preparação e padronizar desenhos e figuras publicados na obra.

Agradecemos a todos os autores­-colaboradores a disponibilidade, a atenção, o cuidado e a competência em elaborar cada um dos 40 capítulos e as respectivas seções. Somos especialmente gratos àqueles que, embora não fossem especialistas no grupo, empenharam-­se em estudar profundamente o assunto e elaborar os capítulos sob sua responsabilidade." (Adilson Fransozo & Maria Lucia Negreiros-­Fransozo)


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quinta-feira, 18 de novembro de 2021

2015 - Herron & Freeman - Evolutionary analysis 5ª Edição


"Evolutionary biology has changed dramatically during the 15 years we have worked on Evolutionary Analysis. As one measure of this change, consider that when the first edition went to press, the genomes of just five cellular organisms had been sequenced: three bacteria, one archaean, and one eukaryote. As the fifth edition goes to press, Erica Bree Rosenblum and colleagues reported in the Proceedings of the National Academy of Sciences (110: 9385–9390) that they had sequenced the genomes of 29 strains of a single species, the chytrid fungus Batrachochytrium dendrobatidis. This work was part of an effort to unravel the evolutionary history of an emerging pathogen that has decimated amphibian populations around the world and driven some species to extinction. The avalanche of sequence data has allowed evolutionary biologists to answer long-standing questions with greatly increased depth and clarity. In Chapter 20, Human Evolution, for example, we discuss a recent analysis of differences among genomic regions in the evolutionary relationships among humans, chimpanzees, and gorillas. For some questions, the answers have changed completely. In the fourth edition we noted that available sequence data provided no support for the hypothesis that modern humans and Neandertals interbred. But in the fifth edition we describe genomic analyses suggesting that the two lineages interbred after all.

Evolutionary Analysis provides an entry to this dynamic field of study for undergraduates majoring in the life sciences. We assume that readers have completed much or all of their introductory coursework and are beginning to explore in more detail areas of biology relevant to their personal and professional lives. Therefore, throughout the book we attempt to show the relevance of evolution to all of biology and to real-world problems.

Since the first edition, our primary goal has been to encourage readers to think like scientists. We present evolutionary biology not as a collection of facts but as an ongoing research effort. When exploring an issue, we begin with questions. Why are untreated HIV infections typically fatal? Why do purebred Florida panthers show such poor health, and what can be done to save their dwindling population? Why do mutation rates decrease with genome size among some kinds of organisms, but increase with genome size among others? We use such questions to engage students’ curiosity and to motivate discussions of background information and theory. These discussions enable us to frame alternative hypotheses, consider how they can be tested, and make predictions. We then present and analyze data, consider its implications, and highlight new questions for future research. The analytical and technical skills readers learn from this approach are broadly applicable, and will stay with them long after the details of particular examples have faded."


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terça-feira, 28 de setembro de 2021

2013 - Fleagle - Primate Adaptation and Evolution 3ª Edição



"Primatology and primate evolution have changed considerably in the two and a half decades since the first edition of Primate Adaptation and Evolution was written. Like all other areas on knowledge, our knowledge of these subjects has  increased  dramatically,  and  the  published  literature manyfold. There are more species, more sites, more studies,  more  techniques,  more  analyses,  more  articles,  more journals, and, hopefully, more understanding. But there is also more evidence of just how limited out current knowledge actually is, and how much it is likely to change in the future. This, like every other book, is perhaps best viewed as a progress report rather than a synthesis.

In  this  edition,  every  chapter  has  been  revised  and rewritten, some much more than others. All of the tables have been redone; there are many new figures; and most of the references are new. Some of these changes deserve further explanation.

The number of recognized primate species has risen dramatically in the past decade. There are many reasons for this. Partly it reflects an extensive increase in fieldwork in remote parts of the world that has generated a greater appreciation of the details of primate biogeography and diversity. In addition, the increasing influence of molecular systematics has generated new insights into the genetic diversity among primate populations. Finally, the widespread use of the Phylogenetic Species Concept has had a major effect on the abilities and willingness of systematists to describe and diagnose new or forgotten taxa. In general, I have used the IUCN Red List website in creating the tables of extant species in this volume. However, this increase in recognized primate species has created problems in the use of older literature for retrieving information about the behavior, ecology, body mass or limb proportions of individual taxa. For example, data that in previous decades, or previous editions of this book, were attributed to the single species of woolly lemur, Avahi laniger, may well have been derived from one of several other species now recognized as distinct in that genus. Readers should thus view the data in the tables especially as only rough estimates for the purpose of broad comparisons, not detailed analyses.

In previous editions, I tried to provide body mass estimates  from  most  species  of  fossil  primates  derived  from a single regression formula based on molar tooth dimensions. However, in the current edition I have relied more on estimates of the size of fossil species from a wide variety of sources in the literature, based on many different parameters.  Thus  many  estimates  across  taxa  are  not  methodologically comparable. They are meant to give the reader a general appreciation for the size of extinct taxa in a general sense and are not meant to be suitable for detailed analyses.

As in  previous editions,  I  have  included two types of references  for  each  chapter.  There  are  general  references which provide broad reviews of the topics covered in that chapter. These are designed to provide more detailed documentation  and  discussion,  and  in  some  cases,  alternative views on the material discussed in that chapter. In addition, there are numerous citations within the text of each chapter that are listed as cited references at the end of the chapter. These are not meant to provide a comprehensive or even representative documentation for the contents of the chapter. Rather they are meant to provide the readers with an entry into the literature regarding particular facts and ideas that I found interesting and/or significant. In particular, I have cited relatively recent publications that may not appear in the larger General references. However, in the early part of the twentieth century, I fully expect any reader will be able to find numerous additional references to any topic in this book through an online search.

This edition of Primate Adaptation and Evolution contains many additional illustrations. As with previous editions I have limited these to line drawings and black and white photos with an emphasis on comparisons rather than documentation and description. Nevertheless, I appreciate that these do not capture the remarkable beauty and diversity of living primates or the details of morphology that are available in various other media, including videos and 3-dimensional figures. Readers are urged to look more widely for additional illustrative materials, and I especially recommend All the World's Primates (www.alltheworldsprimates.org).

This  edition  has  benefitted  from  the  generous  advice, assistance  and  expertise  of  many  people. The  efforts  and contributions  of  those  listed  in  previous  editions  are  still greatly  appreciated.  For  help  with  this  edition,  I  thank  the  following  people,  in  no  particular  order:  Alfred  Rosenberger,  Todd  Disotell,  Callum  Ross,  Colin  Groves, Richard Kay, James Rossie, Tim Smith, Chris Kirk, Mark Coleman,  Stephanie  Maiolino,  Doug  Boyer,  Steve  Leigh, Andreas  Koenig,  Carola  Borries,  Charles  Janson,  Tim Clutton-Brock, Katie Hinde, Erin Vogel, Peter Lucas, Nate Dominy, Vivek Venkataraman, Diane Doran-Sheehy, Scott Suarez, Herman Pontzer, Patricia Wright, Chia Tan, Mireya Mayor,  Shawn  Lehman,  Rachel  Jacobs,  Laurie  Godfrey, Tim  Ryan,  Bill  Jungers,  Brigitte  demes,  Betsy  Dumont,  Suzanne  Strait,  Sara  Martin,  Anja  Deppe,  Ian  Tattersall,  Myron  Shekelle,  Dan  Gebo,  Marion  Dagosto, Anna  Nekaris,  Anne Yoder,  Christian  Roos,  Russ  Mittermeier, Sharon  Gursky,  Peter  Kappeler,  Tony  DiFiore,  Marilyn  Norconk, Alfred Rosenberger, Paul Garber, Anthony Rylands, Leila  Porter,  Mark Van  Roosmalen,  Barth Wright,  Karen Wright, Scott McGraw, Joan Silk, Chris Gilbert, Eric Sargis, Alice Elder, Wendy Erb, David Fernandez, Jessica Rothman, Jessica  Lodwick,  Michael  Steiper,  Richard  Wrangham, John Mitani, Dan Lieberman, Sarah Hrdy, Kristen Hawkes, Kim  Hill,  Kaye  Reed,  Jason  Kamilar,  Sandy  Harcourt,  Oliver  Schulke,  Julia  Oster,  Jon  Bloch,  Philip  Gingerich, Frank Brown, Thure Cerling, Craig Feibel, Ian McDougall, Mary Silcox, Stephen Chester, Gregg Gunnell, Xijun Ni, Matt Cartmill, Ken Rose, Lawrence Flynn, Chris Heesy, Elwyn Simons,  Nancy  Stevens,  Jorn  Hurum,  Blythe  Williams,  Walter Hartwig, Jonathan Perry, Marc Godinot, Chris Beard,  Mark  Klinger,  Lauren  Halenar,  Siobhan  Cooke,  Alexa Krupp,  Castor  Cartelle,  Ross  MacPhee,  Terry  Harrison,  Bill Sanders, Iyad Zalmout, Jay Kelley, John  Kappelman, David Alba, Sergio Almecija, Salvador Moya-Sola, Isaac Casanovas-Vilar,  David  Pilbeam,  Ellen  Miller,  Ari  Grossman, Nina Jablonski, Rajeev Patnaik, Russ Ciochon, Brenda  Benefit,  Eric  Delson,  Martin  Pickford,  Mauricio Anton, Meave Leakey, The Turkana Basin Institute, Richard  Leakey,  Carol  Ward,  Michael  Plavcan,  Peter  Ungar,  The Kenya  National  Museum,  Michel  Brunet,  Franck  Guy,  Bill  Kimbel,  Adam  Gordon,  Bernard  Wood,  Brian  Richmond,  Chris  Stringer,  Randall  Susman,  Fred  Grine, Karen Baab, Philip Rightmire, David Strait, Ian Wallace, Gunter  Brauer,  Susan  Larson,  Zeray  Alemseged,  Tim White, John Shea, Lee Berger, and many others I may have overlooked.

As with previous editions, the heart of this book is the illustrations.  Most  of  these  are  the  due  to  the  longterm efforts  and  unfailing  patience  of  Stephen  Nash  and  Luci Betti-Nash. In their talented hands even the most muddled ideas  are  somehow  transformed  into  illustrations  that  are crisp and understandable.

Several  people  were  especially  helpful  in  the  production of this edition. Mary Silcox provided the classification of  plesiadapiforms.  Stevie  Carnation,  Amanda  Kingston, Rachel  Jacobs,  and  Ian  Wallace  contributed  herculean efforts in the construction and ordering of tables, figures, and references. Amanda and Ian were invaluable in correcting the proofs. Rachel wrote all of the teacher aids. Most of all, this edition owes its existence to the sustained efforts of Dr. Andrea Baden, whose scientific knowledge and judgment, editorial, graphic and photographic skills, and overall organizational abilities pulled it all together into a coherent volume." (John G. Fleagle)


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terça-feira, 24 de agosto de 2021

2021 - Vieira & Araújo (Eds.) - Ensino de Biologia - Uma Perspectiva Evolutiva - Volume II: Biodiversidade e Evolução

 


"A  evolução biológica é um eixo central da biologia. Esta ideia é compartilhada por muitos biólogos e professores de biologia. No entanto, está longe de ser óbvio porquê o ensino de biologia deveria ser organizado em uma perspectiva evolutiva. Afinal, por que a evolução deve ser central para o ensino de biologia ao invés de ser, por exemplo, a citologia? Por que não a genética ou a biologia molecular? 

Há ao menos duas boas razões para que a evolução seja central no ensino de biologia. As ideias evolutivas têm um papel central, organizador do pensamento biológico, uma vez que oferecem uma perspectiva sobre os seres vivos que vai além da simples descrição das características dos organismos. A biologia sem evolução perde a sua dimensão histórica. É o entendimento das causas históricas da vida que  confere  à  evolução  um  importante  papel  para  o  conhecimento biológico, estendendo-se a todas as disciplinas, como zoologia, botânica, ecologia, genética, etc. Outra razão para essa centralidade é que a teoria evolutiva promoveu a unificação da biologia - principalmente através do movimento chamado de síntese moderna da evolução. 

Apesar desta reconhecida importância da evolução para a biologia como  um  todo,  quando  olhamos  para  a  prática  de  ensino  de  biologia encontramos uma realidade muito distinta. Pesquisas com livros didáticos e nos currículos efetivamente adotados na educação básica e superior verificaram que a utilização da evolução como um eixo integrador ainda é incipiente. A evolução, muitas vezes, é tratada como apenas mais um conteúdo que está usualmente colocado nos últimos capítulos dos livros didáticos destinados aos terceiros anos do ensino médio. 

Pesquisas com professores também apontam que a evolução biológica é tratada como um tema da lista de conteúdos e não como um eixo integrador que permeia a biologia. Essa mesma tendência é encontrada no ensino superior, onde, mesmo no curso de ciências biológicas, a evolução não é abordada como um eixo central. A centralidade da evolução no ensino de biologia parece mais um ideal a ser alcançado, com ainda poucas propostas concretas que efetivem a integração do pensamento evolutivo no contexto pedagógico. 

Isso nos leva à motivação central para a construção deste livro: a necessidade de desenvolver abordagens de ensino de biologia em que a evolução seja um eixo central. Para atingir esse objetivo, esta obra conta com especialistas das mais diversas áreas da biologia, que foram desafiados a apresentar uma visão evolutiva da sua disciplina/conteúdo. Os autores também procuraram abordar de que forma o seu campo contribui para a teoria evolutiva e para o pensamento evolutivo de maneira mais geral. 

...

O presente livro é voltado exclusivamente ao ensino de evolução, ampliando  as  discussões  evolutivas  para  as  diferentes  disciplinas  e conteúdos da biologia. A obra como um todo possui dois volumes. O primeiro deles tem como enfoque discussões interdisciplinares na evolução. Disciplinas como bioquímica, citologia, imunologia, biologia do desenvolvimento, ecologia e fisiologia humana estão de alguma forma contempladas neste volume. Além disso, discussões mais amplas sobre evolução humana e aspectos históricos do pensamento evolutivo perpassam alguns capítulos.

...

Espera-se que professores formados e em formação utilizem este livro como uma fonte de inspiração para inserir uma perspectiva evolutiva nos diferentes conteúdos e disciplinas tradicionalmente trabalhados no Ensino Médio e Fundamental no Brasil. Obviamente, muito poderia ser discutido sobre evolução nas diferentes áreas da biologia. Os exemplos e enfoques adotados por cada capítulo não esgotam estes inúmeros debates, mas apresentam temáticas evolutivas em cada campo da biologia que podem inspirar o professor em sua prática diária." (Leonardo Augusto Luvison Araújo & Gilberto Cavalheiro Vieira)


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quarta-feira, 18 de agosto de 2021

2021 - Vieira & Araújo (Eds.) - Ensino de Biologia - Uma Perspectiva Evolutiva Volume I: Interdisciplinaridade & Evolução

 


"A  evolução biológica é um eixo central da biologia. Esta ideia é compartilhada por muitos biólogos e professores de biologia. No entanto, está longe de ser óbvio porquê o ensino de biologia deveria ser organizado em uma perspectiva evolutiva. Afinal, por que a evolução deve ser central para o ensino de biologia ao invés de ser, por exemplo, a citologia? Por que não a genética ou a biologia molecular? 

Há ao menos duas boas razões para que a evolução seja central no ensino de biologia. As ideias evolutivas têm um papel central, organizador do pensamento biológico, uma vez que oferecem uma perspectiva sobre os seres vivos que vai além da simples descrição das características dos organismos. A biologia sem evolução perde a sua dimensão histórica. É o entendimento das causas históricas da vida que  confere  à  evolução  um  importante  papel  para  o  conhecimento biológico, estendendo-se a todas as disciplinas, como zoologia, botânica, ecologia, genética, etc. Outra razão para essa centralidade é que a teoria evolutiva promoveu a unificação da biologia - principalmente através do movimento chamado de síntese moderna da evolução. 

Apesar desta reconhecida importância da evolução para a biologia como  um  todo,  quando  olhamos  para  a  prática  de  ensino  de  biologia encontramos uma realidade muito distinta. Pesquisas com livros didáticos e nos currículos efetivamente adotados na educação básica e superior verificaram que a utilização da evolução como um eixo integrador ainda é incipiente. A evolução, muitas vezes, é tratada como apenas mais um conteúdo que está usualmente colocado nos últimos capítulos dos livros didáticos destinados aos terceiros anos do ensino médio. 

Pesquisas com professores também apontam que a evolução biológica é tratada como um tema da lista de conteúdos e não como um eixo integrador que permeia a biologia. Essa mesma tendência é encontrada no ensino superior, onde, mesmo no curso de ciências biológicas, a evolução não é abordada como um eixo central. A centralidade da evolução no ensino de biologia parece mais um ideal a ser alcançado, com ainda poucas propostas concretas que efetivem a integração do pensamento evolutivo no contexto pedagógico. 

Isso nos leva à motivação central para a construção deste livro: a necessidade de desenvolver abordagens de ensino de biologia em que a evolução seja um eixo central. Para atingir esse objetivo, esta obra conta com especialistas das mais diversas áreas da biologia, que foram desafiados a apresentar uma visão evolutiva da sua disciplina/conteúdo. Os autores também procuraram abordar de que forma o seu campo contribui para a teoria evolutiva e para o pensamento evolutivo de maneira mais geral. 

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O presente livro é voltado exclusivamente ao ensino de evolução, ampliando  as  discussões  evolutivas  para  as  diferentes  disciplinas  e conteúdos da biologia. A obra como um todo possui dois volumes. O primeiro deles tem como enfoque discussões interdisciplinares na evolução. Disciplinas como bioquímica, citologia, imunologia, biologia do desenvolvimento, ecologia e fisiologia humana estão de alguma forma contempladas neste volume. Além disso, discussões mais amplas sobre evolução humana e aspectos históricos do pensamento evolutivo perpassam alguns capítulos.

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Espera-se que professores formados e em formação utilizem este livro como uma fonte de inspiração para inserir uma perspectiva evolutiva nos diferentes conteúdos e disciplinas tradicionalmente trabalhados no Ensino Médio e Fundamental no Brasil. Obviamente, muito poderia ser discutido sobre evolução nas diferentes áreas da biologia. Os exemplos e enfoques adotados por cada capítulo não esgotam estes inúmeros debates, mas apresentam temáticas evolutivas em cada campo da biologia que podem inspirar o professor em sua prática diária." (Leonardo Augusto Luvison Araújo & Gilberto Cavalheiro Vieira)


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quinta-feira, 22 de abril de 2021

2006 - Sadava et al. - Life: The Science of Biology 8th Edition

 


"As active scientists working in a wide variety of both basic and applied biology, we are fortunate to be part of a field that is not only fascinating but also changes rapidly. It is apparent not just in the time span since we started our careers-we see it every day when we open a newspaper or a scientific journal. As educators of both introductory and advanced-level students, we desire to convey our excitement about biology's dynamic nature. 

This new edition of Life looks, and is, quite different from its predecessors. In planning the Eighth Edition, we focused on three fundamental goals, The first was to maintain and enhance what has worked well in the past-an emphasis on not just what we know but how we came to know it; the incorporation of exciting new discoveries; an art program distinguished by its beauty and clarity; plus a unifying theme, As should be the case in any biology textbook, that theme is evolution by natural selection, a 150-year-old idea that more than ever ties together the living world. We have been greatly helped in this endeavor by the addition of a new author, David Hillis, His knowledge and insights have been invaluable in developing our chapters on evolution, phylogeny, and diversity, and they permeatp thp rest of the book as well. 

Our second goal has been to make Life more pedagogically accessible, From the bold new design to the inclusion of numerous learning aids throughout each chapter (see New Pedagogical Features), we have worked to make our writing consistently easy to follow as well as engaging. 

Third, between editions we asked seven distinguished ecologists-ail of whom teach introductory biology-to provide detailed critiques of the Ecology unit. As a result of their extensive suggestions, Part Nine, Ecology, has a fresh organization (see The Nine Parts), And one of the seven, May Berenbaum, has agreed to join the Life author team for the Ninth Edition. The other six stalwarts are thanked in the "Reviewers of the Eighth Edition"section..." (David Sadava, Craig Heller, Gordon Orians, Bill Purves & David Hillis)


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domingo, 31 de janeiro de 2021

2000 - Morrone - Sistemática, Biogeografia, Evolución - Los patrones de la biodiversidade en tiempo-espacio

 


"La evolución de los seres vivos, definida por Charles Darwin hace un siglo y medio como ‘descendencia con modificación’, es el principio unificador de la biología. Sin el concepto de evolución, zoólogos, botánicos, paleontólogos, embriólogos, ecólogos y genetistas trabajarían aisladamente. El conocimiento de la evolución como un hecho — y no simplemente como una teoría — ha sido fundamental en la historia de la biología, constituyendo una revolución científica que incluso se extendió hacia otros campos del saber humano, como la astronomía, la antropología, la historia, la sociología y la economía, pudiéndose llegar a afirmar que no existen disciplinas científicas, actitudes humanas ni poderes institucionales que no hayan sido afectados por las ideas que Darwin propuso en 1859 en El origen de las especies. En 1910, el filósofo John Dewey llegó a afirmar que Darwin transformó la lógica misma del pensamiento occidental, al cuestionar razonamientos teleológicos e introducir la noción de cambio evolutivo.

Los estudios evolutivos pueden organizarse en dos campos básicos. Por un lado, tenemos el estudio de los procesos que han conducido a la aparición de nuevas formas de vida, y por otro, el estudio de los patrones de la biodiversidad, es decir el resultado de la evolución. Genetistas, fisiólogos y ecólogos de poblaciones, entre otros, se dedican a estudiar los procesos evolutivos. Taxónomos, biogeógrafos, paleontólogos y embriólogos, entre otros, analizan los patrones de la biodiversidad.

A partir de la publicación del El origen de las especies, el estudio de los procesos evolutivos ha ocupado a un buen número de biólogos. El estudio de los patrones de la biodiversidad, sin embargo, habría de esperar un siglo más para comenzar a desarrollarse con mayor intensidad, a través de la sistemática filogenética, propuesta por el entomólogo alemán Willi Hennig en 1950, y la panbiogeografía, propuesta por el botánico italiano Léon Croizat en 1964.

Mi objetivo es presentar una breve introducción al estudio de los patrones de la biodiversidad, a través de las herramientas brindadas por la sistemática, la biogeografía y la evolución. Intento mostrar cómo el lenguaje común de la sistemática filogenética, la panbiogeografía y la biogeografía cladística es — parafraseando a Gregory Bateson (1980)— la «pauta que conecta» a estas disciplinas. La obra está dirigida básicamente a estudiantes de grado de las materias Sistemática, Biogeografía y Evolución.

Agradezco a Ana Barahona, Adrián Fortino, Isolda Luna, Layla Michán, Adolfo Navarro, Adrián Nieto y Edna Suárez por la lectura crítica del manuscrito y sus útiles sugerencias. Asimismo, agradezco a Adrián Fortino por el diseño gráfico del libro. La publicación de esta obra fue posible gracias al apoyo económico del proyecto PAPIME-MI208199 de la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM)." (Juan José Morrone Lupi)


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