quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

2017 - Silverthorn - Fisiologia Humana: uma abordagem integrada

 


A 7ª edição do livro Fisiologia humana: uma abordagem integrada oferece ampla cobertura sobre os tópicos fisiológicos de forma integrada e molecular, base também das edições anteriores. Nesta edição, o texto foi revisto e o conteúdo atualizado, principalmente nas áreas de neurobiologia e fisiologia reprodutiva. Além disso, o Capítulo 21, sobre o sistema digestório, e o Capítulo 26, sobre fisiologia reprodutiva, foram reorganizados. 

Foram feitas revisões adicionais e figuras essenciais foram criadas para que os alunos possam utilizar em revisões rápidas, bem como novos resumos anatômicos e mapas conceituais. 

Por fim, cada capítulo começa agora com uma lista de tópicos abordados e objetivos de aprendizagem.


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terça-feira, 28 de dezembro de 2021

2019 - Torrubia et al. - Aves de SFX

 


"Muitas pessoas não sabem, mas as principais listas de aves do mundo diferem significativamente entre si, reconhecendo 10.585, 10.738 ou 11.126 espécies (fora 158 recentemente extintas). Esses números refletem os desacordos entre os ornitólogos sobre o que seja uma espécie, uma das questões mais profundas da biologia que as aves parecem adorar confundir.

Mesmo com essas divergências, comparando esses totais com as 6.399 espécies de mamíferos hoje reconhecidas (fora 96 espécies recentemente extintas), vemos que bichos de penas ganham com folga dos bichos de pelo em diversidade. Especialmente quando se considera que um estudo recente sugere que há, na verdade, pelo menos 18 mil espécies de aves.

As aves vivem em todos os continentes e em todos os ambientes, exceto as áreas mais profundas do oceano. Elas ocupam todo o espaço entre pelo menos 10 mil metros de altitude (a mesma atingida por aviões de passageiros e gansos-de-pescoço-barrado) e 500 metros de profundidade (onde pinguins-imperadores vão caçar seu alimento) e são dotadas de superpoderes para prosperar em situações extremas.

Pinguins-imperadores podem mergulhar por mais de meia hora, enquanto mariquitas com o peso de uma caneta podem voar por dias a fio sobre o oceano durante suas migrações, o que significa viagens radicais de ida e volta todos os anos.

Estes superpoderes incluem também super sentidos como enxergar em ultravioleta e ver campos magnéticos. Algumas, como nossos urubu-de-cabeça-vermelha e as almas-de-mestre, têm um olfato hiper apurado, enquanto todas têm uma audição absurdamente acurada.

Passarinhos não são apenas carinhas bonitas. Apesar das piadas, na verdade aves são consistentemente inteligentes em comparação a mamíferos do mesmo tamanho. Algumas, como papagaios, gralhas e corvos, passam em testes de autoconsciência e inteligência simbólica onde crianças de 3-4 anos falham. O que levanta questões filosóficas sobre a moralidade de papagaios engaiolados.

E não vamos esquecer o óbvio. Aves estão entre as criaturas mais belas que vivem em nosso planeta, seja pelo visual, seja pela música. E, podem voar, o que desde sempre capturou a imaginação humana e é visível na nossa arte, simbologia e religião.

As aves são, para resumir, maravilhosas. E é o fato de serem maravilhosas que deu origem ao passatempo de observá-las e, logicamente, à união deste com o passatempo mais recente de fotografá-las.

A observação de aves é uma atividade que pode ser realizada em qualquer lugar. Enquanto escrevo este texto, a uma quadra da famosa esquina da Ipiranga com a São João, observo e sou observado por periquitos-ricos, bem-te-vis, cambacicas, sanhaços (duas espécies) e rolinhas que visitam o comedouro na minha janela. De quando em quando, paro de escrever para ver se aquilo que passou voando é um dos gaviões-asa-de-telha que frequenta a vizinhança em mais uma caçada a pombos aqui na São Paulo selvagem.

Também aqui, o canto da madrugada dos sabiás-laranjeira (resultado do barulho que nós, humanos, fazemos) e o chilreio dos pardais ao amanhecer têm um efeito que não consigo definir a não ser como a sensação de um dia agradável que começa.

Acho que são essas sensações indefiníveis que cativam quem observa (e ouve) aves. É a música, da simplicidade pardálica à complexidade dos uirapurus. Os momentos de ação, como as caçadas dos meus gaviões vizinhos. Os momentos de descoberta, como ver uma espécie, ouvir um canto ou observar um comportamento pela primeira vez. E, logicamente, os momentos de surpresa e incredulidade, como olhar para cima e dar de cara com uma harpia te olhando nos olhos ou navegar no que parece uma cena de Mar em Fúria e ver albatrozes brincando na tempestade.

As aves são maravilhosas e sua maravilha torna nossas vidas mais ricas e mais interessantes de serem vividas. Não me surpreendem as muitas histórias de pessoas que encontraram forças para lidar com perdas, com a depressão e doenças variadas na observação de aves. Observar aves, realmente observar aves, é celebrar a vida e conectar-se com algo maior que a maioria de nós, preocupados com coisas menores, esquecemos que precisamos.

O prazer da descoberta, da aventura, do diferente, de sair da zona de conforto e ter experiências que, se não fosse para incluir um passarinho na sua lista ou tirar uma foto, você nunca teria. Observar aves significa viajar, nem que seja até a praça ali do lado, e todo observador de aves pode contar histórias sobre pessoas, lugares, comidas, bebidas, culturas e formas de pensar que jamais conheceria se não fossem os passarinhos. 

E de muitas aventuras, vitórias, roubadas, quase tragédias e superações heroicas.

A apreciação da vida que vem com isso muda as pessoas. É difícil ser um observador de aves sem se importar com as aves. Sem que você sinta a necessidade de dar algo em troca a quem te faz bem. Coisas simples já fazem diferença, como plantar uma árvore numa praça, ter um comedouro na janela, comprar produtos que ajudam a conservação e boicotar os que ajudam a destruição e, o mais simples e o mais importante, não eleger (ou reeleger) quem defende a destruição. Não há como observar aves sem querer mudar a realidade que já levou aquelas 158 espécies à extinção.

Observar aves, como todo passatempo, faz com que você compre coisas, viaje e use serviços. O que significa criar um ramo da economia onde gente que gosta de olhar passarinhos sustenta gente que cria as condições para que passarinhos sejam observados. Isso significa dinheiro fluindo para pousadas, guias, restaurantes, empresas aéreas, locadoras de automóveis, lojas de lembranças, cervejarias artesanais (nós temos que celebrar os lifers!), etc, etc. 

E, o mais revolucionário, para os empresários de passarinhos: os donos das áreas que pessoas como eu visitam e onde pagamos entrada para ver os passarinhos que desejamos. Estes empresários podem ser estatais (como nos parques nacionais) ou privados (como em um sítio, quintal ou pousada) e, ao longo dos anos, já vi situações desde camponeses a hotéis de luxo, passando por comunidades em lugares remotos, que cuidavam bem de seus passarinhos (e seus habitats) porque a renda obtida dos observadores de aves valia a pena.

Não entrarei aqui com números de observadores no Brasil e o quanto eles podem movimentar em recursos. Para mim, isto é secundário em uma revolução na forma em que nos relacionamos com o mundo. Uma forma de reconectar com o mundo natural, criar ciclos virtuosos e, como fizeram as aves, deixar de ficar presos ao chão. 

Este livro traz uma ampla amostra do que um visitante pode ver na região de São Francisco Xavier. Ali podem ser observadas espécies da Mata Atlântica, incluindo muitas raridades e endemismos, outras de áreas mais alteradas e algumas mais comumente associadas ao cerrado, mas que ocorrem na região por serem colonizadores recentes ou remanescentes de um passado não muito distante, quando o Vale do Paraíba era um mosaico de florestas com árvores gigantescas (os jequitibás sobreviventes o provam) e cerrados.

Em SFX, algumas horas de passarinhada podem render espécies de florestas de araucária (como o grimpeiro), de cerrado (gralha-do-campo), mata atlântica (papo-branco) e especialidades dessa parte do Brasil (bicudinho-do-brejo-paulista). Com uma ótima infraestrutura de receptivo e acesso fácil por estradas, é uma das áreas mais ricas e agradáveis para passarinhar em São Paulo. Eu sei. Tenho visitado desde 1994.

Espero que este livro estimule mais pessoas a prestarem atenção às aves à sua volta, e que muitas dessas pessoas se interessem por saber mais sobre as espécies, suas características e seus hábitos, embarcando numa viagem de descobertas que não tem fim." (Fabio Olmos)


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2013 - Oliveira et al. - Guia Ilustrado das Abelhas “Sem-Ferrão” das Reservas Amanã e Mamirauá, Brasil (Hymenoptera, Apidae, Meliponini)

 


"Inicialmente criada como Estação Ecológica, Mamirauá é a primeira Reserva de Desenvolvimento Sustentável  brasileira e tem como principal objetivo a sustentabilidade e a convivência harmônica entre os homens e o manejo dos recursos naturais. Não há local melhor para o uso deste Guia Ilustrado das Abelhas–sem-ferrão das Reservas Amanã e Mamirauá do que em uma região com estas características.

Um dos aspectos importantes para manejo e uso sustentável de áreas naturais é o conhecimento sobre os polinizadores locais. Entre eles estão as abelhas sociais nativas (os Meliponini), muito abundantes e diversos, que contribuem não somente com a manutenção da biodiversidade, mas também com a produção de alimentos. Além disso, essas abelhas produzem um mel de excelente qualidade, muito apreciado pelas populações ribeirinhas.

O Guia Ilustrado das Abelhas–sem-ferrão das Reservas Amanã e Mamirauá é uma obra necessária e que preenche uma lacuna no conhecimento da biodiversidade regional. Ricamente ilustrado e com informações importantes sobre o manejo, baseadas no conhecimento dos autores e da população regional, o guia é essencial para o desenvolvimento da criação e o uso sustentável de abelhas sem ferrão (meliponicultura) nesta reserva e em toda a Amazônia. Algumas perguntas que o guia responde são: como se chama esta abelha? o que sabemos sobre ela? quem cria? que flores visita? onde nidifica? onde é encontrada? como identificá-la?

As  abelhas  foram  coletadas,  identificadas,  fotografadas  e  uma  descrição  minuciosa  sobre  elas  é apresentada. Uma vez sabendo o nome da abelha é possível buscar informações sobre ela. Um plano de manejo e uso sustentável pode ser o próximo passo.

Os autores realizaram uma combinação feliz de atividades necessárias nesta década da biodiversidade, principalmente no bioma amazônico.  É uma obra que deve ser compartilhada e servir como referência para outras iniciativas semelhantes." (Vera Lucia Imperatriz Fonseca)


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terça-feira, 30 de novembro de 2021

2001 - Woods & Sergile (Eds.) - Biogeography of the West Indies: Patterns and Perspectives 2ª Edição

 


As a review of the status of biogeography in the West Indies in the 1980s, the first edition of Biogeography of the West Indies: Past, Present, and Future provided a synthesis of our current knowledge of the systematics and distribution of major plant and animal groups in the Caribbean basin. The totally new and revised Second Edition, Biogeography of the West Indies: Patterns and Perspectives, emphasizes recent ideas and hypotheses in the field and includes many new chapters and contributions. The authors use the broadest possible interpretations of the concepts of biogeography, consider anthropological and geological factors, and discuss the conservation of endemic species.

Drawing together contributions from the leading experts in biogeography and biodiversity, this book introduces new patterns and developments that add to our understanding of how plants and animals are dispersed throughout the region. Many contributions use new techniques such as molecular systematics to test older studies based strictly on morphological data. Unique in its inclusion of a wide variety of organisms and in its coordination of scientific data and conservation strategies, Biogeography of the West Indies: Patterns and Perspectives, Second Edition provides the only encyclopedic discussion available on the biogeography of the Antilles.


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quarta-feira, 24 de novembro de 2021

2021 - Bonzanini (Ed.) - Vamos investigar? Atividades didáticas para a área de Ciências da Natureza e suas Tecnologias



"Esse material contempla sugestões de atividades didáticas para o Ensino Médio, com ênfase no componente curricular Biologia, e foi organizado durante o desenvolvimento de um projeto de extensão universitária denominado: “Material Didático: divulgando práticas e recursos pedagógicos para o ensino de Ciências da Natureza e suas Tecnologias” realizado com o objetivo de difundir conhecimentos produzidos em pesquisas acadêmicas, validados em projetos de ensino e de extensão universitária, envolvendo estudantes dos cursos de Licenciatura em Ciências Biológicas e Licenciatura em Ciências Agrárias da ESALQ/USP, professores e estudantes da Educação Básica.

Contando com o apoio de dois importantes programas: o PUB (Programa Unificado de Bolsas da USP) e o PIBID (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES), foi possível realizar uma parceria, no período de 2018 a 2020, entre a Universidade e a Escola Estadual Prof. Antonio de Mello Cotrim, localizada no bairro Paulicéia, na cidade de Piracicaba, S/P. Assim, pesquisadores e estudantes dos Cursos de Licenciatura puderam conhecer e analisar o potencial pedagógico de atividades didáticas já existentes, produzir atividades inéditas e planejar propostas para o desenvolvimento de projetos educacionais e de atividades presentes no currículo do Ensino Médio contemplando temas demandados pela Escola parceira. Um dos resultados de todo esse trabalho encontra-se nesse material, destinado para professores, e organizado no formato de descrições de atividades e sequências didáticas que foram testadas e validadas em um contexto real de ensino, e reescritas após adaptações, indicações de atividades online, sugestões de materiais inclusivos e de procedimentos mais condizentes com a realidade escolar.

Dentre as diversas possibilidades de trabalho, optou-se por favorecer as atividades investigativas, consideradas como aquelas que permitem problematizações, discussões, pesquisas, levantamento de hipóteses, análises de possíveis resultados, evitando a simples exposição do conteúdo. Então, nas descrições são indicadas perguntas que podem desencadear processos investigativos. O planejamento de atividades desse tipo requer que professores investiguem sua própria prática, organizem formas de conduzir questionamentos em sala de aula, saibam favorecer o levantamento de hipótese, a proposição e busca de diferentes resultados, a análise de possíveis respostas, mediando as interações e construções de conhecimentos. Além disso, é preciso planejar formas de favorecer reflexões sobre os resultados da atividade, a interpretação dos fenômenos observados, a conciliação de diferentes pontos de vista e a proposição de novas perguntas para que estudantes ampliem os conhecimentos.

O convite do título: “Vamos investigar?” é feito primeiramente para professores que, a partir da proposta apresentada, deverão planejar a atividade alinhada ao contexto da turma que trabalham, de modo a convidar estudantes a investigarem o conteúdo a ser abordado. Para tanto, foram descritas quatro metodologias de ensino: atividades práticas, debates, aulas de campo e jogos. Alguns temas foram trabalhados em uma sequência didática e, buscando a diversificação, contemplaram mais de um tipo de metodologia em um mesmo capítulo, com uma descrição sequencial, independentemente do tipo de atividade discutida na abertura do mesmo. A maioria das atividades são classificadas como atividades práticas pois, atendendo demandas da Escola parceira, foram desenvolvidas na disciplina Práticas em Ciências, cujo foco eram aulas práticas para estudantes do Ensino Médio.

A elaboração, planejamento e execução de cada uma das propostas apresentadas considerou a fundamental relação teoria e prática, a importância da análise e reflexão sobre processos e fins didáticos, e a necessidade de os resultados das pesquisas na área de Ensino de Ciências constituírem efetivamente uma evidência sobre a qual professores da Educação Básica possam organizar suas práticas educacionais. No entanto, objetivou-se apresentar nesse material exemplos práticos e possibilidades de aplicação de saberes em contextos reais de ensino, por isso, são apresentadas descrição das atividades, não como roteiros que devem ser seguidos, mas sim como um material de apoio com sugestões que devem ser analisadas e adaptadas aos contextos educativos diversos e plurais, com a necessidade de professores também investigarem formas para realizarem as propostas de acordo com as características das unidades de ensino onde trabalham e, assim, ampliar as possibilidades didáticas para o Ensino de Ciências. Dessa forma, os resultados das pesquisas acadêmicas e o embasamento teórico para a realização e adaptação das atividades estão no formato de indicação de literaturas como artigos de pesquisas e livros, a grande maioria de livre acesso na Internet assim, professores poderão ler, consultar, buscar entender os aspectos teóricos que consolidam o fazer didático, acessar definições e analisar o papel das propostas no processo de ensino, bem como organizar questões que valorizem a compreensão e a relação entre causa e efeito.

Apresenta-se, portanto, um material didático para apoio ao trabalho docente, que contém propostas alinhadas ao cotidiano escolar, organizadas e descritas com linguagem simples e acessível, passível de execução tanto por professores experientes como em início de carreira, em uma sala de aula ou explorando outros espaços. Nesse momento, convidamos você a conhecer as atividades realizadas e refletir como a investigação pode estar efetivamente presente nas salas de aula: Vamos investigar?" (Prof.ª Dra Taitiâny Kárita Bonzanini)


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quinta-feira, 18 de novembro de 2021

2015 - Herron & Freeman - Evolutionary analysis 5ª Edição


"Evolutionary biology has changed dramatically during the 15 years we have worked on Evolutionary Analysis. As one measure of this change, consider that when the first edition went to press, the genomes of just five cellular organisms had been sequenced: three bacteria, one archaean, and one eukaryote. As the fifth edition goes to press, Erica Bree Rosenblum and colleagues reported in the Proceedings of the National Academy of Sciences (110: 9385–9390) that they had sequenced the genomes of 29 strains of a single species, the chytrid fungus Batrachochytrium dendrobatidis. This work was part of an effort to unravel the evolutionary history of an emerging pathogen that has decimated amphibian populations around the world and driven some species to extinction. The avalanche of sequence data has allowed evolutionary biologists to answer long-standing questions with greatly increased depth and clarity. In Chapter 20, Human Evolution, for example, we discuss a recent analysis of differences among genomic regions in the evolutionary relationships among humans, chimpanzees, and gorillas. For some questions, the answers have changed completely. In the fourth edition we noted that available sequence data provided no support for the hypothesis that modern humans and Neandertals interbred. But in the fifth edition we describe genomic analyses suggesting that the two lineages interbred after all.

Evolutionary Analysis provides an entry to this dynamic field of study for undergraduates majoring in the life sciences. We assume that readers have completed much or all of their introductory coursework and are beginning to explore in more detail areas of biology relevant to their personal and professional lives. Therefore, throughout the book we attempt to show the relevance of evolution to all of biology and to real-world problems.

Since the first edition, our primary goal has been to encourage readers to think like scientists. We present evolutionary biology not as a collection of facts but as an ongoing research effort. When exploring an issue, we begin with questions. Why are untreated HIV infections typically fatal? Why do purebred Florida panthers show such poor health, and what can be done to save their dwindling population? Why do mutation rates decrease with genome size among some kinds of organisms, but increase with genome size among others? We use such questions to engage students’ curiosity and to motivate discussions of background information and theory. These discussions enable us to frame alternative hypotheses, consider how they can be tested, and make predictions. We then present and analyze data, consider its implications, and highlight new questions for future research. The analytical and technical skills readers learn from this approach are broadly applicable, and will stay with them long after the details of particular examples have faded."


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segunda-feira, 15 de novembro de 2021

2013 - Prodanov & Freitas - Metodologia do trabalho científico



"Desde os primórdios da Filosofia, questionaram-se aspectos referentes ao método e, por razões históricas, algumas vezes se impôs uma forma de ver ou de fazer ciência. No século XVI, iniciou-se uma discussão mais intensa e, apenas no século XVIII, houve uma inclinação para separar a Ciência da Filosofia, pelo pragmatismo então imposto e, acredito, pela abertura, pelo acesso e pela publicização do conhecimento.

A Ciência, no geral, ganha de forma significativa, porque, certamente, muitos cientistas se esforçaram para tornar as descobertas acessíveis ao público. Desde então, os meios para alcançar os resultados de uma investigação científica são diversos, amplos e, na maioria das vezes, originam-se no construto de cada ciência particular.

Nesse sentido, o livro do Prof. Dr. Cleber Prodanov e do Prof. Dr. Ernani Freitas é uma obra a qual se soma às de muitos outros pensadores que se ocupam em escrever sobre a metodologia científica. O livro permite aos alunos e aos professores uma reflexão para além das normas técnicas, abrangendo conceitos do método, das técnicas de pesquisa e da organização de um trabalho de cunho científico. Nesta segunda edição, entre outros avanços teóricos, o conteúdo chega aos leitores de forma gratuita, através do e-book." (João Alcione Sganderla Figueiredo)


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sábado, 30 de outubro de 2021

2014 - De Robertis & Hib - Biologia celular e molecular 16ª Edição

 


"O Professor Eduardo D. P. De Robertis (1913-1988) teve uma participação muito importante na investigação científica e no ensino da biologia celular. Sua contribuição mais extraordinária como pesquisador foram a identificação e o isolamento das vesículas sinápticas, o que possibilitou a compreensão dos mecanismos básicos da neurotransmissão. A dedicação às pesquisas científicas não comprometeu sua vocação para o magistério, manifestada principalmente pela elaboração de um texto inovador com o propósito de ensinar biologia celular para pessoas de todo o mundo. Em 1946, o Professor Eduardo D. P. De Robertis associou-se ao bioquímico Wiktor Nowinski e ao geneticista Francisco A. Saez para escrever uma obra sobre a morfologia e as funções celulares, pouco conhecidas na época. Essa obra representou grande avanço em comparação com os livros que abordavam apenas a temática morfológica. Ela foi intitulada Citología General, sendo traduzida para oito idiomas. Pode­-se afirmar que essa abordagem moderna foi precursora no ensino de biologia celular. “Em termos morfológicos, a citologia moderna foi além da mera descrição das estruturas visíveis à microscopia e, graças à aplicação de novos métodos, teve início a análise da organização submicroscópica, ou seja, da arquitetura das moléculas e micelas que compõem a matéria viva. Em termos funcionais, superou a fase simplesmente descritiva das alterações fisiológicas para buscar os mecanismos dos processos físico-químicos e metabólicos do protoplasma.”, palavras do autor no prefácio da primeira edição. Desde o início, como se pode observar, o Professor Eduardo D. P. De Robertis apoiou o conceito de que as formas e as funções das estruturas subcelulares são duas facetas do mesmo fenômeno e que estão integradas no nível molecular.

O avanço contínuo sobre os mecanismos celulares resultou na mudança do título do livro em mais de uma ocasião. A partir de 1965 passou a ser chamado Biología Celular. Na edição de 1980, já com o Professor De Robertis (filho) como coautor, passou a se chamar Biología Celular y Molecular. Na edição de 1996, após a morte de seu criador, decidimos que o nome do Professor De Robertis seria integrado ao título do livro, e na edição atual consideramos que seria mais justo que seu nome precedesse o título.

Preferimos não detalhar as modificações realizadas nesta edição, tanto nas seções revisadas e atualizadas, como na qualidade editorial. O leitor poderá apreciá-las ao mero manusear do livro. Todavia, por motivos didáticos, o capítulo Métodos de estudo em biologia celular foi transferido para o final do livro, e temas como citosol, peroxissomos e morte celular ganharam capítulos próprios. Além disso, as subestruturas das células vegetais, com exceção dos cloroplastos que são descritos em um capítulo separado, são comparadas às das células animais nas últimas páginas dos respectivos capítulos.

A preparação de um livro desta importância demanda a colaboração de muitas pessoas e a elas dedicamos nosso apreço. Uma homenagem deve ser prestada a Ana Demartini, revisora do texto. Não podemos esquecer a colaboração do desenhista gráfico Alejandro F. Demartini, cuja habilidade e criatividade estão impressas nas ilustrações, e na composição e no layout das páginas. O interesse e o suporte da Editora Promed foram fundamentais para esta nova edição.

Nosso maior desejo é que De Robertis | Biologia Celular e Molecular auxilie o trabalho dos docentes e o aprendizado dos estudantes." (Os autores)


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sexta-feira, 29 de outubro de 2021

2013 - Levin - Encyclopedia of Biodiversity 2ª Edição

 


"Twelve years have passed since the appearance of the First Edition of the Encyclopedia of Biodiversity, and a great deal has transpired. We continue to lose biodiversity at rates and in ways that severely threaten the services that humans derive from ecosystems. Attention to biodiversity and sustainability has led to major scientific advances, though the efforts to implement the necessary changes in policy to limit our losses remain elusive. As Edward O. Wilson pointed out in his Foreword to the First Edition, reprinted in this Edition, the pathway to address the great challenge we face will be more easily traveled as we accumulate more and more information, organized in a way that is accessible to practicing scientists, to students, to the public, and especially to the decision makers in industry and governments who hold the keys to success. With this in mind, it became essential to update the Encyclopedia of Biodiversity to reflect the new information and scientific advances that have arisen in the past dozen years.

The Second Edition retains the same breadth across the basic and applied dimensions as did the First Edition. The great majority of entries from the First Edition have been revised to reflect the changes that have taken place, or in some cases replaced by entirely new contributions. In addition, the scope of the coverage has been expanded substantially, to broader treatment of emergent scientific advances in subjects like the microbial ecology of the oceans, landscape ecology, conservation biology, and ecological economics. In all, in addition to those that have been substantially revised, there are nearly 100 completely new articles to complement the solid foundation that already existed. These include articles that broaden the general scientific foundations of the subject of biodiversity, like the  measurement and estimation of species richness, as well as the application of those basic principles to management problems.

New entries expand the coverage of areas that have grown in importance in the past decade; elucidation of the importance of ecosystem services, for example, has provided a way to connect biodiversity to the economic forces that impacts it, and has stimulated major scientific advances in the past decade in terms of how to measure and protect those services. The linkages to economics more generally have provided aframework for addressing the loss of biodiversity by understanding what drives anthropogenic impacts, and how we might manage the Commons we all share. These issues have been covered in much greater depth in this new Edition, along with other issues related to climate change, land use, biofuels, and the growing subject of conservation biology.

I am extremely grateful to the excellent staff that assisted in the preparation of this edition but especially to the associate editors who advised on whom to invite, aided with invitations, shepherded manuscripts through the process, and eventually read final drafts. Katarzyna Miklaszewska, Elsevier’s in-house editor, was remarkable at every stage of the process, and it has been a pleasure to work with her; she minimized damage from the unavoidable glitches that developed along the way, and maintained a cheery demeanor while guiding the Encyclopedia to completion. Chris Morris, who was indispensable in the production of the First Edition, rejoined our efforts to update the excellent Glossary he produced the first time through. Also thanks are due to Carole Levin, for her patience throughout the whole process.

The urgency of addressing the loss of biodiversity is greater now than it was a decade ago, and undoubtedly will be greater yet in another decade. The science has grown to match, spilling over into disciplines like genomics, economics, sociology, psychology, and ethics. A decade from now, most likely, a new Edition will be needed. For now, however, this Edition represents the state of the art, covering the latest advances in a rapidly changing subject. I am pleased to be a part of what has been a very satisfying partnership with Elsevier, our editors, and our authors." (Simon Levin)


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sexta-feira, 8 de outubro de 2021

2005 - Ruppert, Fox & Barnes - Zoologia dos Invertebrados, Uma abordagem Funcional-evolutiva 7ª Edição



"Esta exploração clássica da forma e função dos invertebrados aborda tanto a enorme diversidade como também as características estruturais geralmente sutis que os unem . Esta Sétima Edição extensamente revisada utiliza uma abordagem funcional-evolutiva única que identifica a evolução de cada novo nível de complexidade e discute os novos atributos funcionais de cada nível. Altamente recomendado devido a sua base de pesquisa extensa e acurada Zoologia dos Invertebrados: Uma Abordagem Funcional-evolutiva é organizado por taxonomia (táxons) enfatizando a fisiologia e a morfologia adaptativas ao mesmo tempo em que descreve com detalhes as características anatômicas e os padrões básicos de desenvolvimento. Esta tão esperada revisão de Edward E. Ruppert e Robert D. Barnes inclui um novo co-autor Richard S. Fox que acrescenta sua experiência em sistemática e em ecologia a esta Sétima Edição. A Sétima Edição completamente reescrita e reorganizada inclui: A mais moderna pesquisa evolutiva - incluindo as recentes mudanças na classificação dos principais táxons Terminologia padronizada e uniforme que minimiza a confusão causada por nomes diferentes para a mesma estrutura em diferentes animais Capítulos conceituais isolados - intercalados em pontos estratégicos do livro entre os capítulos agrupados­ taxonomicamente Um capítulo separado para cada principal táxon de animais Novas árvores evolutivas (cladogramas) - baseadas em morfologia e em evidências moleculares - claramente rotuladas e ilustradas para elucidar as relações evolutivas Novos conceitos e informações de campos emergentes assim como páginas da internet e citações no texto que relaciona este livro com as principais pesquisas atuais descritas on line..."


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